"Há uma TÊNUE, porém GRANDE diferença, entre SER e QUERER ser. Para ser Mãe, Pai, Irmã, Irmão, Filha ou Filho, FAMÍLIA enfim, não basta apenas SER. Tem que QUERER SER. E assumir todos os riscos dessa opção, seja para o AMOR, seja para a DOR. Por isso há irmãos que NÃO SÃO amigos, porém AMIGOS que são irmãos. Por isso há filhos que ESQUECEM seus pais e pais que GANHAM filhos que não geraram. E por isso existem FAMÍLIAS que se formam pelo SIMPLES fato de QUEREREM e não apenas porque são. Por isso eu passei a AMAR uma criança que estava dentro de mim, ASSIM que soube da sua EXISTÊNCIA. Porque eu não apenas SOU a mãe do DANIEL. Mas porque eu QUIS ser a MÃE do Daniel. Porque a partir daquele MOMENTO, ele passou a ser o FILHO QUE EU QUIS TER. Obrigada por me escolher, meu amado filho." Juliana Priscila Mathoso, com inspiração subliminar de Luiz Felipe Abreu! =D

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Não Somos Nós Que Somos Corujas...

...Eles é que são espertos mesmo! Hehe Trecho da matéria "O Mundo Segundo os Bebês" por Marcela Buscato, de 08/08/2009. " Apesar da capacidade dos bebês de processar dados, os cientistas descobriram que o programa mais importante do “computador” infantil é aquele que torna qualquer bebê fofo aos olhos dos adultos: a habilidade de se relacionar socialmente. “A Marcela cativa”, afirma a administradora de empresas Fernanda Felizzola, mãe da bebê de 1 ano e 5 meses. “Ela olha fixamente, é tão simpática e sorridente que não há como não retribuir o sorriso”, diz. Marcela também olha com atenção para livros de ilustrações. Mas com gente o encanto é mais forte. E isso faz parte do método dos bebês para decifrar como os adultos agem e pensam. Fernanda acredita que o dom da filha para atrair a atenção vem em boa parte do charme de suas bochechas rosadas e de seus cílios longos. Mas os cientistas descobriram que a natureza foi mais audaciosa. Programou o cérebro dos bebês com sistemas que lhes dão ferramentas para chamar a atenção dos adultos. Eles já nascem atraídos por rostos e vozes. Experimentos clássicos mostram que recém-nascidos passam mais tempo observando a imagem de um rosto humano que a de um animal e que vozes são os sons que mais despertam a atenção, fazendo-os virar à procura da fonte ou acelerando sua frequência cardíaca. “A interação com as pessoas serve para guiar os bebês a respeito do que devem aprender”, afirma Meltzoff. Eles seguem o olhar, percebem se a pessoa está sorrindo ou se está brava e prestam atenção em uma coisa quando notam que ela é importante para alguém. Em um de seus estudos mais conhecidos, o pesquisador conseguiu provar que até um bebê de 42 horas já é capaz de reproduzir um gesto. Ao mostrar a língua ao recém-nascido, ele recebeu de volta a malcriação. É algo inesperado. Bebês dessa idade nunca observaram o próprio rosto e, mesmo assim, conseguem mapear a ação do adulto e reproduzi-la. Isso mostra que os sistemas cerebrais da representação do “eu” e do “outro” estão conectados. (...)" Leia na íntegra AQUI. =)

Um comentário:

  1. Juliana, adorei sua visita no blog mãe só muda de endereço. Mas atualize o blog mulher, nem que sejam com as fotinhos do baby!
    Espero você sempre lá.

    Bjs e felicidades!
    Ronise

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